 |
|
|
 |
 |
 |
 |
 |
|
 |
Quando a guitarra entrou na sua vida?
Comecei a tocar guitarra com uns 11 anos de idade. Antes disso acompanhava meu pai em rodas de choro, nos finais de semana em minha terra natal, Paulo Afonso, na Bahia. Sempre pegava algum instrumento rítmico pra entrar na brincadeira. Meu pai me deu um acordeon, mas, eu me interessava mesmo era pelos instrumentos de cordas... violão, cavaquinho, bandolim. Acho que era por conta da influência de bandas como A Cor do Som, que já mesclavam o som pop com estes instrumentos.
Como seu pai o Acordeonista Luiz Tenório influenciou você no modo com que você toca guitarra?
Ele me influenciou completamente, pois a minha fonte de pesquisa era o catálogo e o repertório dele que era baseado no choro, bossa-nova, baião, forró, frevo e até alguns standards do jazz. Também me ensinou os primeiros acordes, me ensinou as progressões de acordes para que cedo, eu já pudesse acompanhar os caros, de ouvido tipo, o camarada chega canta um bolero e não diz nem o tom, você tem que se virar pra compreender tudo. Foi muito proveitosa para mim esta experiência.
Como nasceu o "Trio Sotaque"?
O Trio Sotaque surgiu na verdade como uma extensão do meu trabalho solo. Gravei o meu 1º disco solo com uma formação grande e depois de um certo tempo fui enxugando tudo até para viabilizar as viagens. Depois do 1º disco, gravei um outro em duo, com o pianista recifense Fábio Valois. Este disco recebeu o título de "Sotaque", que é a faixa de abertura do CD. Fizemos muitos shows em duo até pintar um cara pra dar uma canja em um dos shows. Este cara é o Raimundo Batista, pandeirista maravilhoso e partir daí resolvemos gravar um outro disco em Trio e o batizamos de Trio Sotaque. Com o Trio gravamos 3 Cd´s e um DVD. Também fiz o um novo disco intitulado "Viva Dominguinhos", em duo com o guitarrista Sandro Haick. É um CD maravilhoso com a transposição da obra do mestre Dominguinhos para o mundo das guitarras e violões e tem participações como as do Maestro Spok, Heraldo do Monte, Guadalupe e do próprio Dominguinhos. Vale a pena conferir!
Na hora de improvisar o que não pode faltar?
Acho que não pode faltar emoção, interação com o grupo e afinidade com o estilo em questão. Não adianta sair usando clichês, que não funciona! Cada gênero tem as suas características e isto se descobre aos poucos, com a experiência.
Qual o Set Up que você utiliza atualmente?
Utilizo guitarras e violões Condor, guitarra baiana do Luthier Elifas Santana, pedais de efeitos Onerr, cordas Elixir, amplificadores Meteoro e cabos Santo Ângelo.
Dê um conselho para aqueles que estão começando.
Se dedicar aos estudos com muito afinco e ouvir muito. Escolher os gêneros que mais o agradam e pesquisar profundamente.
Links: www.myspace.com/lucianomagno www.lucianomagno.mus.br www.palcoprincipal.uol.com/lucianomagno www.palcomp3.com.br/lucianomagno http://lucianomagno.blogspot.com |
 |
|
 |
 |
 |
|
 |
|
 |
|
 |
|
|
|
 |
|
|
|
|
|